quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Quem manda aqui?



Desculpem o palavrão, mas esta aqui é pra vocês nunca esquecerem de quem manda na vida de vocês e quem é capaz de mudar tudo e superar todos os problemas, ok?

Bjs
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sábado, 10 de novembro de 2012

Convite para Programa de TV

Olá, pessoal!

Este post é especial para as amigas e amigos portugueses!

Recebi um convite para participar de um programa de TV em Lisboa, mas, como é um pouco longinho pra mim (hehehe), combinei com a moça que me enviou o e-mail (Liliana) que iria publicar o convite aqui, aí se algum(a) de vcs tiver interesse, é só entrar em contato!

Olhaqui a msg:

A Shine Iberia está a produzir o novo programa da sexóloga Marta Crawford para a Sic Mulher.
Para uma das tertúlias/episódios procuramos pessoas que se sintam à vontade para dar o seu testemunho sobre alguma disfunção sexual pela qual estejam a passar ou tenham passado, ou parceiros que queiram falar sobre como superaram em conjunto a disfunção.
Caso esteja interessado entre em contacto connosco:
Telemóvel: 96 4300 360

Eu queria ver o tal programa, vou ver com ela se tem algum lugar na web em que a gente possa assistir, daí conto pra vcs!

Bjs
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terça-feira, 6 de novembro de 2012

A história da Tamires


Esse relato é um pouco diferente dos outros que já publiquei aqui. Pela primeira vez, temos uma cura rápida e “simples”, como se nossa amiga aqui tivesse conseguido achar o botãozinho do cérebro que desligava o problema (sonho de todas nós, não?). Vejam vocês como tudo aconteceu:

A minha história começa de forma parecida com a das outras mulheres. Eu conheci um cara durante minhas férias e lá fui eu toda feliz e serelepe aos 19 anos perder a virgindade com ele. Claro que não consegui e ficamos sem entender nada, rs, mesmo porque ele era virgem também.
Depois de um tempo e muita frustração descobri que aquilo era vaginismo. Como é comum, eu me senti péssima, anormal, incapaz, etc., mas meu namorado foi totalmente compreensivo e sempre ficou do meu lado, nunca me pressionou ou acuou para rolar a penetração. Lembro-me que quando contei a ele sobre o vaginismo, totalmente constrangida, ele apenas me olhou e disse "Tudo bem. Eu sei que nós vamos superar isso um dia, não temos porque ter pressa, certo? E mesmo se por um acaso não fizermos isso passar, não é por causa disso que vamos nos separar".
Eu não fui diagnosticada com vaginismo, na época fui em um ginecologista e quando tentei explicar pra ele que não conseguia ter relações sexuais, que era como se minha vagina estivesse totalmente "fechada", ele praticamente riu de mim e disse que "era normal". Eu sabia que não era normal, insisti em pedir que ele me ajudasse, mas ele me garantiu que "todo mundo tem dificuldade em ter relação sexual no começo".
Daí eu resolvi pesquisar e ver se ele estava falando a verdade e encontrei um artigo médico que dizia que uma mulher pode sim ter certa dificuldade, mas se ela simplesmente não consegue a penetração sem nenhum motivo aparente, é porque ela provavelmente tem vaginismo. O médico do artigo definiu isso como uma condição rara e eu, intrigada, fui me aprofundando no assunto até perceber que vaginismo era a única explicação para o que acontecia comigo.
Depois de um tempo, eu falei com outro médico e ele disse que eu provavelmente tinha mesmo vaginismo e que ele às vezes passa sem motivo, como foi o meu caso, enquanto outras mulheres precisam de terapia a longo prazo. Acabei descobrindo que minha mãe também teve vaginismo e passou 6 meses sem conseguir fazer sexo com o marido (na época os dois casaram virgens).
Apesar de não ter feito terapia, pois não tinha condições financeiras para tal, eu pude facilmente ver o fundo psicológico do meu vaginismo. Cinco dias depois do meu aniversário de 14 anos, fui abusada sexualmente pelo meu irmão mais velho. Para algumas pessoas, 14 anos pode parecer muito, mas a verdade é que eu era uma criança, ingênua e sem sexualidade, e isso me marcou muito. Acredito que essa tenha sido a causa do meu vaginismo, porque apesar de conscientemente nunca ter tido vergonha do sexo em si, eu fiquei com sentimentos de raiva, rancor e mágoa relacionados à minha sexualidade, além de ter um ódio generalizado dos homens que se aproximavam de mim.
Só que resolvi não desistir de ter uma vida saudável e sexual normal! Afinal eu era uma mulher normal e merecia ter prazer na cama, ora. Então, no dia em que ia embora de volta para minha casa, resolvemos tentar fazer sexo mais uma vez - e simplesmente foi, como se nada tivesse acontecido antes, sem dor, sem problema algum. Posso dizer que foi uma primeira vez linda.
Deixa eu explicar melhor: eu não bem "decidi" ter a penetração, eu decidi que tinha o direito de ser feliz e não iria desistir de tentar... quando foi, acho que foi uma influência psicológica muito forte, porque aquele dia eu ia embora de volta pra minha cidade. Nós acordamos juntos, meu namorado e eu, ficamos lá nos amassando e ele perguntou se eu queria tentar "uma última vez antes de ir embora". Eu lembro que suspirei e disse "Vamos tentar, não custa, mas sei que não vai dar". Mas eu queria perder a virgindade com ele, era o único homem que eu queria que fosse meu primeiro. Daí a gente foi tentar a penetração, que nunca tinha funcionado antes, nem um centímetro, mas dessa vez o dito-cujo dele simplesmente entrou.
Simples assim, entrou a "cabeça" e ele começou a rir e me disse que tinha entrado e eu não acreditei, estava tão acostumada com as tentativas frustradas e a dor de forçar a penetração que eu parei por um momento para "sentir" o que estava acontecendo lá embaixo. E eu senti o dito-cujo lá, sem nenhuma dor, nenhum incômodo, como se fosse mágica. Comecei a rir igual uma maluca, fiquei muito feliz, não conseguia acreditar, a gente transou normalmente, foi romântico e lindo, rs.
Depois disso só voltei a ver meu namorado 3 meses depois, nesse meio tempo não tentei transar com ninguém e, quando nos encontramos, as coisas ficaram um pouco complicadas de novo, minha vagina estava "voltando" a fechar. Resolvemos tentar "exercícios" durante as nossas sessões de pegação com os dedos, calma e gradativamente, e não levou muito tempo até que estivéssemos fazendo sexo normalmente! Foi preciso apenas paciência e calma.
Desde então eu posso dizer que estou 100% curada do vaginismo. Não tenho nenhuma tática ou dica mágica, posso apenas dizer que tudo melhora quando você aceita seu corpo como ele é e para de ter raiva ou vergonha por causa do vaginismo. Hoje estou casada com o moço da história, mas entre idas e vindas, quando estávamos separados, fiz sexo com outros homens e nenhuma vez tive sinal de problemas na penetração, o que pra mim foi a prova máxima da cura.
Posso dizer que algumas posições como a de 4 me causam dor, mas pelo que eu sei, muitas mulheres sem problema algum também sentem desconforto nessa posição (e deve ser tbm porque o dito-cujo do meu marido é um tanto avantajado, rs). Mas isso não estraga de forma nenhuma a nossa vida sexual.
Então, não quero servir de exemplo pra ninguém, e muito menos deixar as moças que ainda não se curaram pensando "Poxa, ela conseguiu e eu não..." A cura virá um dia sim! Seja paciente, aceite seu corpo e vá exercitando sua vagina com carinho e dedicação, mesmo que você não tenha um parceiro sexual, ela é SUA vagina e você não deve nada a ninguém, rs.
Beijos para todas as mulheres que ficam por aqui, sei que vocês vão conseguir a cura, tudo ocorre no tempo certo!!! E parabéns a você, Dani, pela iniciativa tão legal de divulgar um problema comum, mas que infelizmente ainda é tabu e dá um nó nas nossas cabeças.
Sucesso e abraços!!
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Gente, voltei!

Gente, voltei!

Mil coisas aconteceram. Vou contando aos poucos. Me comprometi a todos os dias gastar pelo menos meia hora colocando as coisas em dia, ok?

Estou morrendo de sds de vcs...

Bjs
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A história da Carol

Oi, pessoal!
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Correria total com o mestrado, 150 páginas de leitura semanal só para uma das matérias (tenho 3 disciplinas), imaginem como eu tô? Tô que nem a Shakira: loka, loka, loka! kkk
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Bom, como não quero abandonar vocês, vou atacar de depoimentos, ok? Vamos à historinha de mais uma querida que conseguiu superar o vaginismo: .

"Meu nome é Carol, tenho 25 anos, sou casada, não tenho filhos, sofri por 3 anos de Vaginismo e escrevo para contar para vocês um pouquinho da minha história de ex-vagínica.

Comecei a namorar com 16 anos meu marido, depois de alguns meses de namoro como todo casal começamos com as caricias e com o desejo de ter relações sexuais. Desde a primeira tentativa não conseguimos ter penetração, minhas pernas tremiam muito e minha vagina se fechava totalmente, não permitindo nem mesmo a colocação de um dedo. Fazíamos todas as preliminares, havia desejo, lubrificação e até prazer, mas sem nenhum sucesso de penetração.

Como éramos muito jovens e estávamos aprendendo juntos, demoramos muito para procurar ajuda, até que, depois de inúmeras tentativas, resolvi procurar um médico. Um não, vários... Foram várias consultas com médicos diferentes, mas todos diziam a mesma coisa: “é normal!”, para eles era apenas “tensão”, “ansiedade”, “medo de adolescente”, “você é muito jovem tem que ter certeza que realmente quer isso”... Um deles, “achando” que eu não era mais virgem, tentou até introduzir um espéculo, me machucando muito.... e mesmo assim não me deu um diagnóstico.

Meu namorado (hoje marido) foi muito paciente, carinhoso, me apoiava muito e me incentivava na busca por tratamento. Deus coloca as pessoas certas na nossa vida, sem a paciência e o carinho dele não teria conseguindo suportar a dor física e emocional... Apesar de muitas vezes nós dois ficarmos muito tristes e angustiados com essa situação, muitas vezes pensei que fosse perdê-lo por não conseguir...

Depois de dois anos de tentativas, frustrações, choro, achei um artigo na internet que falava sobre o tal Vaginismo, imprimi o artigo e levei a mais um ginecologista, foi então que ele sem saber muito do assunto me encaminhou para uma Fisioterapeuta especializada em terapia da Mulher, ela então após me examinar, diagnosticou o vaginismo e começamos as sessões, que eram de estimulação no local com os dilatadores. Começamos com o dedo, depois o pequenininho e até chegar ao tamanho aproximado do pênis verdadeiro, também usados uma pomada lubrificante e até um anestésico local (que na verdade fez mais efeito no meu psicológico do que na dor realmente). Minha musculatura possuía muitos nódulos de tensão, que com a massagem e com os dilatadores foram diminuindo... também fazíamos alongamento nas pernas e sessões de relaxamento, após 3 meses de tratamento semanal, conseguimos ter a primeira penetração.

No inicio ainda sentia um pouco de incomodo e ardência, minhas pernas ainda tremem um pouco quando não estou totalmente relaxada, mas hoje conseguimos ter relações sexuais normalmente. Logo quero tentar ter um bebezinho e volto aqui para contar para vocês!!!

Espero que meu depoimento ajude vocês que ainda buscam tratamento, não é fácil mas vale muito a pena, não desanimem até encontrar o tratamento certo para seu caso.

Beijos! Carol"

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Se animem, hein, meninas? Eu pude, a Carol pôde, então todas vocês podem também! Não desistam!
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Bjs
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terça-feira, 9 de agosto de 2011

A história da Dani

Olá, pessoal!
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Hoje vou desenterrar uma história que tá parada na minha caixa de emails esperando publicação. Tenho sido muito negligente com o blog e estou bem arrependida, mas conforme comentei com algumas pessoas que me mandaram emails, eu sempre priorizo a resposta pra quem me escreve um email, pq eu sei o quanto de coragem a pessoa precisa ter pra escrever pra mim, aí não quero deixar de responder, pq aí a pessoa vai desmotivar muito, entendem?
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Sem mais desculpas, vamos logo à história de hoje. Essa história é de uma pessoa muito especial pra mim, que me ajudou bastante tb, que sempre esteve junto de mim pra me apoiar, pra trocar figurinhas, pra escutar meus choramingos, enfim, é uma querida, querida, querida mesmo e foi uma cura com a qual eu vibrei demais!
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Bom, vejam como foi a história toda:
"Tenho 26 anos e descobri o termo vaginismo há dois anos, mais ou menos. Porém ele já fazia parte da minha vida desde os 21 anos, quando iniciei minha vida sexual. Já namorava há quase dois anos, mas ainda era virgem, tínhamos “contato” sexual, mas nunca havíamos tentado a penetração. O grande dia foi todo planejado e prometia ser muito especial, mas já no começo tornou-se um pesadelo. Eu não suportei a dor e não consegui deixá-lo ir até o fim, na verdade o simples encostar do pênis na vagina pra mim era insuportável. Meu namorado sempre foi muito paciente e nunca me forçou a nada, ele tinha muito medo de me machucar e também não entendia o que estava acontecendo.
No começo achamos que eu tinha algum problema físico, então comecei a minha jornada em médicos, no total foram 6, entre homens e mulheres. Passei por maus profissionais no começo, os quatro primeiros foram absurdamente inconvenientes, irônicos ou simplesmente não deram a mínima importância para o problema. Ouvi várias vezes a célebre frase: “É só relaxar, você não tem nada!”.
Por dentro eu me sentia muito sozinha, sem experiência nenhuma, praticamente um E.T., isso mesmo, me achava uma anormal, daí começaram os problemas no namoro. Eu me tornei muito ciumenta, algo que já fazia parte da minha personalidade, mas que foi potencializado pelo vaginismo, uma vez que eu achava que todas as mulheres do mundo poderiam dar ao meu namorado o que eu não podia e que fatalmente, apesar de saber que ele me amava, chegaria uma hora que ele iria procurar em outra o que não tinha comigo. Não sei se isso aconteceu, mas não o culpo se algum dia fez ou pensou em fazer isso! Confio que não!
O começo do fim do vaginismo foi no dia em que muito preocupada com minha saúde, resolvi marcar consulta em uma médica particular, já que nenhum atendimento do convênio havia resolvido meu problema. A médica foi indicada pela minha sogra, quando num ímpeto resolvi me abrir com alguém, como não tenho mãe, resolvi conversar com ela, mas não contei tudo, apenas disse que tinha dificuldades em realizar o tão temido exame de Papanicolau. No dia fui atendida com muita atenção e profissionalismo e finalmente ouvi pela primeira vez o termo vaginismo, além de conseguir realizar o exame!
Acontece que nessa época meu namoro estava afundando, eu achei que fosse uma fase e que iria passar, mas não, ele realmente afundou, por várias razões, mas pra mim a mais forte era o vaginismo, um fantasma da nossa relação. Apesar das outras coisas serem normais, como a excitação e o orgasmo, o sexo nunca era completo! Foi daí que meu desejo tornou-se maior que o meu medo, pois apesar de ter o mesmo perfil que a maioria das vagínicas, como ter tido uma educação rígida, ser muito ansiosa etc, eu sempre soube que o meu maior inimigo nisso tudo era o medo de sentir dor!
Então, finalmente com um diagnóstico médico eu pude pesquisar sobre o assunto e descobri que não era tão anormal assim, esse blog, principalmente, salvou minha vida. Descobri os exercícios e iniciei a terapia, em menos de quatro meses digo com a boca cheia que estou curada e que reconquistei o amor da minha vida, incrivelmente, não pela penetração em si, mas pela atitude diante dos meus limites. Eu também achei um dia que era impossível e Deus me deu forças pra provar a mim mesma o quanto o impossível não existe!"
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Linda história, não? Obrigada, Dani, por tudo, viu, querida? E vc que tá aí lendo, pensa que a sua história pode ser a próxima!
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Bom, fiquem espertas que tem mais esperando pra publicação e eu decidi que vou colocar tudo em dia! =)
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Bjs
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Rapidinho

Gente, cs num sabem!
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Ontem eu tava zapeando na TV e vi na Record uma reportagem sobre uma mulher que tava lá com um problema de saúde e o pessoal da produção acompanhou ela até uma médica. Daí, quando ela chega no consultório da gineco, quem é, quem é, quem é? A minha gineco! hahaha Aquela que foi um docinho, que fez meu papa com o maior carinho do planeta e que foi tudo de bom na minha vida, lembram?
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Ai, gente, achei ela tão pop, que tive que vir aqui pra contar pra vcs! hahaha
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Bom, fora isso, essa semana o marido tá em curso todas as noites e eu tô terminando de colocar ordem na correspondência aqui do blog, aí sucesso, hein? Vou começar com os posts! Fiquem de olho!
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Bjs
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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Voltei de novo!

Olá, pessoal! .
Depois de um tempão, finalmente, eu apareço de novo! Só para celebrar minha volta e me desmotivar, essa droga de blogspot acabou de me fazer perder todo o post que eu tinha acabado de escrever, mas tudo bem, eu aguento, vou escrever de novo! :P
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Bom, então, estive desaparecida pq nem sempre a vida é como a gente planeja, não é mesmo? No trabalho, mudei de setor de novo, e com isso veio um novo e grande volume de trabalho aliado a um posicionamento terrível da minha mesa que me impede de ter privacidade no que eu escrevo. Na vida pessoal, o mestrado tem tentado me engolir, meu orientador tem me desorientado cada dia mais... sabem como é? Tudo de pernas pro ar!
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Tô escrevendo agora pra vocês pq estou de férias (tá vendo, nem tudo está perdido) e tô organizando a vida, arrumando coisas em casa, lendo as mil coisas atrasadas do mestrado, pensando na vida, vivendo, namorando... tem que ter tempo pra tudo, né?
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Pra arrumar a casa aqui no blog, montei um mini-plano de ação, vejam só o que tenho que fazer:
- responder os comentários atrasados
- responder os emails mais que atrasados (tem mais de 100!)
- atualizar o contador de curas (sim! sim! sim! temos mais curadas por aqui! =D)
- postar histórias de cura que estão abandonadinhas no meu email
- postar algo interessante e relevante na vida de vocês!
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Bom, vou fazendo um pouquinho de cada uma dessas coisas, tá? Daqui a pouco nos vemos num próximo post!
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Bjs
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Dani
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sexta-feira, 25 de março de 2011

Post relâmpago

Oi, queridas!
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Estou muuuito sumida, né? Me desculpem! É que eu mudei de departamento aqui na empresa e, além disso, começaram as aulas do mestrado e eu tô completamente louca com a quantidade de coisas que tem que ler, pesquisar e tudo mais, estou precisando muito me organizar, mas estou muito muito feliz! Graças a Deus tudo está dando muito certo na minha vida! :D
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Acabei de voltar do ginecologista (aquele lá que eu falei no último post), vocês acreditam que até o pedido da fisioterapia uroginecológica eu deixei vencer? Pois bem, fui até lá pra pegar um novo pedido e agora tô correndo atrás pra marcar esse meu tratamento hoje!!! Quero muito fazer e depois contar tudo pra vocês, né?
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Lembram-se que eu falei pra vocês que o Dr. abriu meu blog no dia daquela consulta? Pois é, eu falei pra ele indicar o blog quando tiver contato com alguma paciente que precise de ajuda... e num é que ele indicou? Ele acabou de me dizer que falou pra uma paciente acessar o blog e acompanhar e eu não estou atualizando? Credo, gente, que remorso que me deu! E aí pensando em todas vocês que estão na luta e precisam do meu apoio... Me desculpem, viu? Vou me esforçar e conseguir colocar toda a minha vida nos eixos! Quem me mandou email, por favor, aguarde que eu vou responder!
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Volto em breve!
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Bjs
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A história da Josi

Bom dia, queridas e queridos!
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Hoje tenho mais uma história de cura pra vocês! É a história da Josi que, como muitas de nós, sofreu muito tempo com o vaginismo e só descobriu e tratou depois do casamento. Vamos ver como tudo aconteceu na vida dela:
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"Oiii, tenho 27 anos, sou casada há 2 anos, mas namorei meu marido 8 anos. Depois de dois anos de namoro, iniciamos nossa vida sexual, falha lógico, pois nunca conseguimos penetração. Achávamos super estranho, não sabíamos o que era, porque só comigo que era assim, pq eu era tão diferente das outras mulheres, me achava inferior, discrente, triste!! Mas mesmo assim continuamos o namoro, acho até que ele me traía, pois precisava de sexo, mas continuamos entre idas e vindas. Eu sem saber pq era assim, o que era aquilo, chorava, queria sumir, até em morrer eu cheguei a pensar, era horrível aquela sensação, não gosto nem de lembrar!
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Ficamos desse jeito anos e anos, chegamos a ficar 1 ano separados, tentei com outro parceiro e nada adiantou. Pensei em por um fim e não ter mais ninguém, mas acabamos voltando, eu e meu marido nos casamos, foi tudo lindo, mas na noite de núpcias nada, como sempre!!! Pensávamos que era peso na consciência pq não éramos casados, rs rs, mas mesmo depois do casamento nada mudou.
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Pronto, decidi procurar ajuda, logo, fui à ginecologista e ela descobriu depois de testes (sei lá) que eu tinha vaginismo. Ahhh, meu Deus, o que é isto?? Ninguém nunca tinha ouvido falar nisso, mas continuei com ela e nada aconteceu. Foi aí que ela me encaminhou para psicóloga, aí sim em dezembro de 2009, iniciei o tratamento, ai que benção de Deus! Fui persistente, sessões semanais e eu lá firme e forte. Tinha semanas que não queria ir, desanimada, desiludida... desmarcava e depois me arrependia. Mas na maioria das vezes eu estava lá. . Fiz tudo que ela me orientou, ela falou que eu começasse a conhecer o corpo do marido, acariciando-o através de massagens, ele só de cueca e eu de calcinha e sutiã, fizemos várias vezes no começo. Depois ela pediu que tomássemos banho juntos por algumas vezes. Fizemos também várias técnicas de relaxamento juntos e várias vezes fiz sozinha, foi muito importante e essencial para a dessenssibilização. Eu fazia tudo possível, toda semana, sem nem pensar em tentar penetrar.
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Depois de tudo isso, comecei a introduzir o dedo, mas sempre junto com os outros exercícios de relaxamento. Depois de meses, fui para dois dedos, depois três, ai que tortura! E ao mesmo tempo, que vitória a cada melhora! Depois comprei um pênis de material sintético e fui indo devagar e sempre. Às vezes entrava só um pouquinho e eu chorava de raiva, mas foi entrando cada vez mais e mais.
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Por incentivo da psicóloga, conheci blogs de mulheres com vaginismo e isso me ajudou mais ainda, amei o da Dani, foi o que mais me incentivou, peguei várias dicas dela, a dica da ''portinha'' eu fiz!
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Fui melhorando a cada dia, me sentindo até mais bonita. O meu pênis de borracha me ajudou muito também. Em cada sessão era uma vitória! Daí em setembro, mais ou menos, consegui o pênis de mentira todinho, fiquei super feliz pois estava perto da cura total!!!
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Durante a terapia sempre falamos dos meus bloqueios, mas não ficou claro se a psicóloga afinal descobriu o porquê do vaginismo na minha vida, ela não me falou, só disse que eu sentia nojo, medo e desconforto no sexo. Inclusive eu não conseguia fazer sexo oral no meu marido.
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Fui praticando, praticando, não com meu marido, pois não podia ainda. Quando foi no final de novembro, ela disse que eu podia tentar com meu marido só a pontinha. Mas no dia 9 de dezembro eu consegui tudo! Fiz sexo oral nele com camisinha, depois ele penetrou todoooooo o pênis dele em mim! Eu chorei nesse dia de alegria, pois não acreditava! Foi o dia mais emocionante da minha vida!!! . Espero ajudar vcs muito, pois vcs tbm irão conseguir!!! .
Bjss
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Josi"
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É isso aí, gente! Mais uma história pra mostrar pra cada uma de vcs que pensa em desistir, que pensa que não é capaz, que existe sim chance de se curar e de ter uma vida sexual plena!
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Não desistam!
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Bjs a todos!
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Novo ginecologista

Bom dia, pessoal!
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Demorei mas voltei! É que eu quero intercalar os posts de cura com posts que eu mesma escrevo, mas andei meio preguiçosa e sem idéias esses dias, por isso demorei...
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Bom, vcs se lembram que eu tava com medo do resultado de um exame que eu fiz e que tava horroroso? Pois é. Daí fiz o que a médica tinha dito, passei os exames pra ela por email e fiquei aguardando o retorno. Como ela não retornava, eu liguei lá e a secretária disse que ela já tinha visto e dito que estava tudo ok. Ué, como assim ok? Tava horroroso meu colo do útero, manchado de branco e cheio de pintas pretas e tudo que ela me diz é "ok"?
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Pensei em ir até lá, mas aí comecei a considerar as possibilidades, vejam se eu não tenho razão: a danada da médica não atende meu convênio, a consulta custa R$ 200,00 e ela ainda é demorilda que só, toda vez que vou lá espero pelo menos 3h pra ser atendida. Daí pensei que se eu fosse até lá e ela pedisse pra eu repetir o exame? Daí até eu fazer o exame e sair o resultado, ia perder o prazo do retorno de 15 dias, ou seja, ia ter que pagar mais duzentão! Ah não...
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Como eu tô apertando o orçamento pra comprar minha casa dos sonhos, a parte financeira pesou bem e daí eu resolvi procurar outro médico pra ver o resultado do exame e me explicar. Sabe, faz muito tempo que eu tô a fim de procurar um gineco pra vida inteira e achei que essa era uma boa oportunidade. Aqui na empresa onde eu trabalho, temos um departamento médico com um monte de especialidades, inclusive ginecologia. Acontece que a maioria dos médicos tem aquele jeitão de SUS, sabe? Nem olha na tua cara direito e a última vez que ele pegou um livro foi há 30 anos, quando ele ainda estudava! Porém, tem um gineco novo que entrou há pouco tempo e que todo mundo só fala maravilhas dele... Fui correndo marcar a consulta!
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No dia, fiz uma listinha sobre tudo que tinha que falar com ele, afinal não podia esquecer nenhum detalhe e era muita, muita coisa. Foi uma conversa super legal, na verdade, foi praticamente uma entrevista, de tanto que eu perguntei coisa pra ele! hahaha Realmente, o exame tava ok e ele me explicou todos os detalhes disso, conversamos também sobre o meu vaginismo, sobre gravidez, sobre parto, um monte de coisas.
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Quando chegamos no assunto vaginismo, eu comentei do blog e olha só: ele quis entrar no blog na hora! Ai que vergonha! hahaha Parece que ele gostou muito, falava toda hora que era muito legal e ficava perguntando o que era isso, o que era aquilo, como eu me curei, como foi a terapia, como eram os dilatadores... Num deu pra contar tudo tim-tim por tim-tim se não eu ia ficar lá o dia todo, né? Mas ele ficou com o endereço do blog, quem sabe nesse momento ele num tá por aqui lendo? rs
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Falamos sobre parto tb, porque pra mim é muito importante um gineco/obstetra que acredite no parto normal e ele foi tão sincero, tão, tão, tão... kkk Adorei!
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Ah! Falamos também na fisioterapia uroginecológica. Sabe, eu me interesso muito por essa técnica, mesmo já não sofrendo mais de vaginismo, eu acho que seria muito legal fazer por dois motivos. Primeiro: pra melhorar meu desempenho sexual, fazer umas surpresinhas pro marido (hihihi) e impossibilitar o vaginismo de uma vez por todas de me assombrar novamente! Segundo: para melhorar minhas condições de ter um parto normal legal, com menos dor, com mais consciência corporal, com menos efeitos colaterais e sem episiotomia, se Deus me permitir essa graça! Conclusão: ele fez o pedido de 10 sessões, eu verifiquei com meu plano e tenho cobertura! Agora só estou caçando algum lugar que fique fácil pra eu fazer. Quando eu começar, conto pra vcs, tá?
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Bom, foi isso! Ele não me examinou pq eu já tinha todos os exames e não tinha necessidade. No final do ano vou passar com ele novamente para fazer o preventivo, pq quero acertar o mês do meu preventivo para novembro, pq foi muito chato ficar de férias em janeiro e num poder namorar o marido pq vou fazer exame, depois não poder namorar pq tem q usar pomada, depois outro exame, depois, depois, depois... ai chatíssimo! kkk
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Então, logo logo eu volto com novas histórias, tá?
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Bjs
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

História da Poly e do Miguel

Oi, pessoal!
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Vamos a mais uma história de cura? =) Essa é uma história que já está aqui no blog há algum tempo, como comentário de um dos meus posts, mas como eu achei que a história era muito boa e estava escondida ali, resolvi colocá-la aqui como post pq acho que assim chama mais atenção e todo mundo lê, né?
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O diferencial dessa história é que, pela primeira vez, teremos um depoimento de um CASAL, isto é, o marido também vai falar!!! Num é o máximo? Combinei com a Poly que ela ficará acompanhando aqui o post para quem tiver dúvidas sobre a história. De repente, será nossa oportunidade para perguntar para um homem coisas que às vezes temos receio de perguntar para o nosso marido/namorado, não acham?
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Bom, vamos a história!
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"Sou casada há nove meses e domingo, dia 05/12, minha luta contra o vaginismo teve fim, graças à Deus! Só descobri que tinha quando me casei, pois meu esposo e eu nos casamos virgens.

Meu esposo me ajudou na cura do vaginismo. Fizemos o tratamento em casa, mas não foi fácil. Fui muitas vezes impaciente, com falta de fé e quase entrei em depressão. Tudo é muito difícil para a mulher que se vê impossibilitada de ser penetrada. Pelo fato desse assunto não ser muito comentado, de início achei que tinha algo grave que não tinha cura. Misturamos nossas emoções e ficamos desorientadas.

Mas Deus é aquele que nos dá força. Busquei respostas para minhas perguntas e as achei em blogs como este. Um dia em outubro deste ano, Deus me deu uma estratégia, já que meu esposo não quis ir atrás de médico, pois, na única vez que fui, a médica foi grossa e sarcástica. Então decidimos fazer os exercícios em casa.

Meu marido começou introduzindo um cotonete em minha vagina. Nossa foi muito difícil. Minhas pernas tremiam de medo. Porém com o passar do tempo fui me acalmando cada vez mais. Não fizemos os exercício todos os dias, pois ficávamos muito cansados pelo serviço e a faculdade. Então fizemos com dois cotonetes, um dedo, dois dedos e até que três dedos, durante a introdução do dedo eu me masturbava e tentava relaxar e contrair o músculo da MAP.

Escrevendo assim parece ter sido fácil, mas só Deus viu cada oração de súplica do meu esposo e eu antes de cada sessão. Quantas vezes chorei! Mas a cada dia nossa fé era acrescentada. No dia em que introdizimos os três dedos conseguimos a tão sonhada penetração pênis-vagina. Foi um milagre de Deus... como eu chorei... Não senti nenhuma dor... só ardeu um pouco para entrar....

Se não fosse Deus dar forças a meu esposo para me ajudar, eu não teria conseguido. Depois dessa dificuldade, muitas coisas melhoraram em meu casamento, pois, durante o período do tratamento não focamos só no sexo, mas também em outras áreas do casamento.

Só descobri e tomei coragem em fazer os exercícios em outubro, acho que no total foram 10 seções de exercícios e então Deus me curou...

Nós tudo podemos em Deus. O cordão de três dobras (meu esposo, eu e Deus) não se quebrou, pelo contrário, se fortaleceu.

Que Deus acrescente a fé de todas, pois esta é a chave da vitória.

Poly"

Agora o relato do Miguel:

"Eu ajudei minha esposa a se curar do vaginismo. Fizemos o tratamento em casa. Não foi fácil, tanto para mim, quanto para ela. Errei muitas vezes, fui impaciente, apressado e com isso a magoei.

Tudo é muito difícil para o homem. O fato de sermos ignorantes quanto ao problema e nunca imaginarmos isso, nos dá um nó na mente. Misturamos nossas ações e ficamos desorientados a primeiro momento. Mas homens tomem cuidado! Se dediquem incondicionalmente a elas, se caso a ame de verdade. Pense na superação da parte dela para vencer isso e arrume forças para se superar também. Deus é um ótimo auxílio nessa hora, não caia no mesmo erro que eu!!! Aprenda com o meu erro e evite o seu!

Hoje, Deus nos deu a vitória! Estamos felizes. Dedicamos a Deus nosso sorriso de alegria. O cordão de três dobras não se quebrou, pelo contrário, se fortaleceu.

Deus te abençoe e ajude vocês!

Miguel"

Uma história maravilhosa de companheirismo e vitória, não é mesmo? Acho que é uma boa para mostrar pros maridos/namorados que também estão envolvidos nisso!
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Espero que essas histórias sirvam para ajudar vocês a verem que todo mundo pode quando se dedica realmente ao tratamento, quando persiste e tem fé que a cura é possível. Acredite, cada vez mais curas estão surgindo e a sua não está longe! Persista!
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Bjs
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A saga do creme vaginal!

Bom, depois de todo o perrengue com os exames, chegou a hora de usar o tal creme vaginal que espero que faça com que o colo do meu útero fique bonito! (rs) Eu nunca usei um creme desses na vida, então eu nem sabia direito como funcionava. Só sabia o que a médica havia dito: "usar por sete noites e nesse período não ter relações sexuais".
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Fazendo os cálculos, já estava há 3 dias sem namoricos com o maridão e agora a regra ditava mais 7 dias. Assim num dá, né, pessoas? Então, bolei um "plano". Como nesse final de semana que passou eu fui viajar pra casa da minha vovó, decidi já começar a usar a pomada, pq quando vamos pra lá num temos nenhuma privacidade e o namorinho não é mesmo possível. Parecia um bom plano, não?
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Chegando lá na cidade dela, fui a farmácia, comprei o remédio (com aquela cara de "farmacêutico, por favor não olhe pra mim!" kkk) e fomos pra casa. No caminho, fui lendo a bula pra saber o procedimento. O q? Tem que aplicar deitada? Como assim? Lá vai meu marido me dar as explicações científicas da posição (ele é físico) e aí eu já apavorei pensando: "como é q eu vou aplicar esse negócio deitada? no chão do banheiro? (kkk) deitada na cama com outras pessoas dormindo ali perto? ai, ai, ai..."
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Claro que pensei em desistir e claro que na mesma hora "despensei". Daí toca a visitar a parentada, janta aqui, come um negocinho ali, outro lá e tals, enquanto isso eu só matutando... Voltamos pra casa já BEM de noite, daí soube q dividiria quarto com o meu pai. Ele numa caminha no chão e eu numa cama de casal com o maridex.
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Meu pai já tava com várias cervejas na cabeça então não apresentava muita ameaça (rs), mas eu fiquei tensa, né, gente? Tomei banho, com a ajuda do marido entendi como encher o aplicador (sei q é simples, mas nessas coisas sou muito dependente mesmo, sempre fico com dúvidas, com medo... acho q são resquícios do vaginismo) e fomos pra cama.
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Chegando lá, deitei no canto oposto de onde tava meu pai, eu e o marido de barriga pra cima, daí falei pra ele flexionar as pernas, pq aí eu poderia me descobrir pra aplicar sem a possibilidade de ngm me ver. Lá vou eu: aquela resistência no início, depois vai indo, vai indo, será q encostou no colo do útero?
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Quando eu estava tentando me certificar disso, eis que ouço no outro quarto minha vozinha doentinha acordando minha mãe pq ela queria ir ao banheiro e queria outro chinelo pq o dela tava molhado. E daí? Minha mãe entrou no quarto q eu estava, com um "dá licença" q não deu tempo pra nada, pra procurar o chinelo. Cobri "as partes" e fiquei paralisada, esperando ela achar o chinelo e sair pra eu poder completar o "serviço". E quem disse q ela achava o chinelo? Nada. Daí ela chamou meu tio pra procurar, acendeu a luz, mó salseiro! hahaha E eu com a mão lá nas coisinhas pro aplicador num sair do lugar! huahuahua O jeito foi dar muita risada com o marido! Imaginem a situação? Fiquei é com medo de ela me chamar pra ajudar a procurar! Aí ia ferrar com tudo mesmo! kkkkkkkk
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Depois de tempos, ela achou o chinelo, saiu e eu pude terminar. Nem foi tão difícil assim, no final deu tudo certo! E no dia seguinte que apliquei com mais duas pessoas no quarto? hahahaha Agora tô craque já! rs Cada uma que me acontece, viu?
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Bom, meninas, eu ainda tenho vários depoimentos pra publicar, o contador de curas pra atualizar e ainda 33 emails/comentários pra responder. Quem escreveu pra mim, por favor, aguarde e confie que vou responder sim!
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Agora estou terminando de arrumar as coisas por aqui, pois hoje vou fazer uma cirurgia (simples) no pé e vou ficar sem andar uns dias. Sei que isso vai ser ótimo pra atualizar o blog, mas amanhã, por exemplo, vou ficar o dia todo na casa da mamis, sob seus cuidados, e lá num tem internet... Então assim que der, eu volto, tá?
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Bjs
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Dani
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sábado, 15 de janeiro de 2011

A história da Priscila

Bom dia, pessoas!
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Mais um depoimento de uma amiga querida! Fiquei muito feliz com tua cura, Pri! Aproveita muito aí, viu? hehehe

"Me chamo Priscila, tenho 22 anos, sou casada há 1 ano e descobri o vaginismo depois de mais ou menos 6 meses de casamento. Primeiro pensava que não conseguia a penetração por causa do hímen mas, pesquisando, encontrei os blogs da K., Amor Perfeito e da Dani e assim descobri o nome do problema:VAGINISMO.

Daí então comecei a pesquisar o tratamento, embora tenha descoberto que a terapia fazia parte dele optei por não fazê-la. Mas de certa forma, as meninas me ajudaram muito nessa parte, as três foram as minhas terapeutas!

A Dani me passou alguns exercícios, o primeiro objeto que consegui introduzir foi o cotonete, depois eu li no blog da Dani sobre os dilatadores coloridos e decidi comprá-los. Eles chegaram em junho e foram essenciais no meu tratamento.

O primeiro dilatador foi fácil, na verdade, até o terceiro foi mais tranquilo, os mais difíceis foram os maiores: o lilás, o rosa e o último, o azul. Não me lembro ao certo quanto tempo demorei com cada um deles, mas do rosa para o azul levou mais tempo que os outros, pois o último parecia impossível. Eu tentei o azul por três vezes e nada, mas insisti até conseguir. Este foi muito dolorido da primeira vez, e também das outras, pois ardia bastante, mas consegui colocar quase todo, só faltou o equivalente a largura de um dedo.

Mesmo não conseguindo introduzir o azul 100%, tentei com o de verdade e, para minha surpresa e alegria, nós conseguimos em outubro, ou seja, demorou 4 meses depois que recebi os dilatadores! E foi maravilhosa a sensação de vitória, depois de tantas lágrimas, sentimento de inferioridade, solidão, insegurança, vergonha por não ser "normal"... mas é possível vencer o medo e a ansiedade, esses foram meus maiores obstáculos. É claro que também é preciso vencer o desânimo, pois é difícil fazer os exercícios todos os dias e ainda lidar com conflitos que surgem em nossa cabeça, com relação ao marido e etc.

Espero que esse depoimento incentive tantas outras que ainda estão na caminhada em busca da cura, não desanimem, se esforcem, pois a recompensa só vem para os que não param no meio do caminho, mas continuam até alcançar o prêmio, e este é conquistado um pouquinho por dia, sem pressa mas com muito esforço e dedicação.

Beijos e que Deus abençoe a todas!"

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Obrigada, Pri! Deus te abençoe também, minha querida! E vc que tá lendo aí? Se animou? Quero ver teu depoimento aqui em breve, viu?
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Mil bjs
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Mais exames

Olá, pessoal!
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Hoje fui fazer aqueles exames que eu disse que a médica tinha pedido, lembram-se? A tal da "vulvoscopia com biópsia, se necessário" e a "ultrassom transvaginal". Bom, hoje nem era dia de eu escrever post, mas acabei de chegar do laboratório e queria contar pra alguém como foi...
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Cheguei lá super cedo pq fui de carona com o marido, daí já fui pro guichê e tive que ficar respondendo perguntas (detesto perguntas de assistentes!): data da última menstruação? toma algum remédio? fez o preparo do exame?(leia-se: deixou seu marido de castigo por três dias? rs) tem exames anteriores? Eu sempre acho que ela vai achar estranho eu ter 28 anos e não ter exames anteriores, sabe? Mas foi besteira minha, ela num achou nada, só fez as perguntas e pronto.
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Respondi tudo com razoável simpatia (num tô muito bem humorada hj) e fui pra outra sala de espera, só que como eu estava muito adiantada pro meu horário, fiquei esperando um tempãão pela minha vez. E vcs sabem, né? Quando a gente espera muito, fica já pensando besteira, resultado: fiquei um pouco ansiosa.
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Quando finalmente me chamaram, chamaram uma senhora comigo também. Lá dentro a mocinha deu as orientações para nós duas. Tire a parte de baixo da roupa, inclusive os sapatos, coloque esse avental com a abertura pra frente, fique de calcinha e vista esse propé. Guarde suas coisas no armário e fique com seu RG, o absorvente e a chave (do armário) em mãos. A senhora que foi comigo, muito esperta, já estava de vestido e quem vai de vestido num tem que colocar o aventalzinho! Acreditam? Então fica aqui o conselho, em dia de exame ginecológico, coloque um vestido!
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Ok, fui ao banheiro pra me trocar. Já tava meio chocada pelo fato de ter que ficar com o avental numa sala de espera, mas tentei superar. Só que eu não sabia nem calçar o propé! Ó, Deus! Saí do banheiro toda atrapalhada e a senhora já estava lá na sala de espera, virou pra mim e disse "vc nunca fez esse exame?", depois da minha resposta negativa, ela resolveu me ajudar, foi muito simpática comigo, me explicou como calçava o propé e tudo mais.
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Veio a moça e me chamou. Fui até a salinha com ela enquanto ela me dava outra dezena de orientações, dizendo pra eu ir ao banheiro, tirar a calcinha, deixar minhas coisas lá, levantar bem o avental, deitar na maca com o quadril na pontinha, colocar as pernas naqueles negócios, "assim não, assim", fiz, fiz, fiz, daí fiquei com as coisinhas de frente prum negócio que parecia um microscópio e a médica japonesa chatinha apareceu. Logo de início já fez uma pergunta q eu num tinha idéia: "pq minha médica pediu vulvoscopia ao invés de colposcopia"? Sei lá! Mas pensei que talvez fosse pra que ngm mais no mundo introduzisse um espéculo em mim, né?
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Tá, aí ela me perguntou se sou sexualmente ativa e à minha resposta positiva, tascou o espéculo dentro de mim, como quem recheia um frango! E ela ainda falava "solta as pernas e os quadris" e eu nem conseguia entender o que ela queria dizer com isso. Num vou dizer que doeu, q me traumatizou e nada disso, mas num foi o carinho e cuidado q eu esperava, incomodou bem. Daí fechei os olhos e torci praquilo acabar logo. Então ela começou a falar um monte de coisas q tinha no colo do meu útero que ela achava que era por causa do corrimento, mas achava q eu deveria tirar a tal "carne esponjosa" q tinha lá, daí q ela me chamou a atenção e eu entendi q bem do lado da minha cabeça tinha um monitor onde eu podia ver tudo! Olha que besta! Eu de olhos fechados enquanto poderia ver tudo e contar melhor pra vcs! E, gente, q horroroso q tá meu colo do útero! Tem uns pontinhos pretos... Assim que sair o resultado vou direto na gineco ver o que é aquilo! Será que é normal? Tô um pouco assustada, mas nem quis perguntar nada praquela dra chata...
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Daí eu, inocente, achava que iria fazer o ultrassom ali mesmo, né? Já bastou mostrar minha linda vagina pra uma dra só, não? Não! O ultrassom é em outra sala! Toca colocar de novo a calcinha e voltar pra sala de espera. Voltei e encontrei a sra minha amiga ainda lá e ela virou pra mim e disse: "menina, coloca o modess! é pra colocar agora se não vai sujar sua calcinha!", ai a enfermeira num falou nada, eu num sabia! Fui correndinho ao banheiro e coloquei o modess, mas nada apareceu até agora... rs Depois perguntei pruma enfermeira e pelo q eu entendi a colposcopia usa algum reagente colorido q pode manchar, mas como o meu era vulvo, num saiu nada, num sei...
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Tá, aí veio outra enfermeira me chamar pro ultrassom. Preciso dizer que eu tava com medo? Depois do jeito que foi a vulvoscopia, eu tava com medo sim! Ah, sei lá, hj já acordei meio triste, daí tava com um misto de tristeza e medo... Bom, entrando na sala, após receber outra dezena de orientações pra tirar a calcinha e me deitar de um jeito x, tentei fazer uma piadinha com a enfermeira pra descontrair e ela foi uma querida, disse pra eu não ter medo que era bem melhor que a vulvoscopia, que era rápido, que não ia doer, nem incomodar. Acalmei um pouco. Daí ela me mostrou o aparelho enooorme só pra me dizer que tava colocando uma camisinha nova nele. Daí eu desacalmei de novo! kkk Pra ajudar, ela disse: "só um instantinho que o dr. já vem, tá?" Quê? Ela disse O doutor? Pra ajudar ainda é homem? Ai, ai, ai... Depois lembrei que o meu ex-gineco era muito gentil e aí fiquei tentando me convencer de que ainda tinha chance de ser feliz. rs Respirei fundo n vezes pra me acalmar e então a enfermeira voltou acompanhada do médico.
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Ah, gente! Pelo menos ele era bonito, né? Acho que era o mínimo que eu merecia hoje... hahaha Daí ele me perguntou se era a primeira vez que eu fazia esse exame, eu disse q sim, ele perguntou se eu já tinha feito o papa, eu disse q sim, daí ele disse "ah, esse é bem mais fácil que o papa!" e eu pensei "como é q vc sabe?", mas num quis causar e fiquei quieta... Daí ele começou a me explicar como funcionava o aparelho enquanto ele passava um gel no negócio, parecia lubrificante, mas num sei com certeza. Gente, o negócio era tão grande que eu não pude evitar de perguntar "quanto disso vc vai colocar?" (kkkk) e ele me mostrou algo em torno de 5-6 cm. Bom, gente, ele tinha razão, o incômodo foi mínimo, foi muito fácil mesmo, ele colocou só um pouco (parecia menos do que ele mostrou) e não doeu, só incomodava quando ele mexia pra ver as coisas lá dentro, mas num era dor não, era um incomodozinho bem leve... Mil vezes melhor do que aquela japonesa chata! Ai que raiva q eu tô dela!
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Sabe, eu acho que homens são melhores pra isso, pq como eles num têm a coisa, eles tomam mais cuidado... mulher deve pensar "ah, isso num dói nada" e taca o dedão lá! hahaha Ai, que trash, mas foi assim mesmo, no final do exame, quando ela tirou o espéculo, ela ficou abrindo os pequenos lábios pra eu ver que tava um pouco irritada a mucosa, com uma delicadez de elefante!
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No final, eu sai de lá, com uma super vontade de chorar. Eu não estou muito estável emocionalmente hoje, isso tb colaborou, mas acho que foi tanta tensão que carregou um pouco meu coração, sabe? Isso tudo misturado com o alívio de ter conseguido passar pelos exames sem maiores traumas! Acabou que não chorei, tô até muito feliz que passaram os exames! Bom seria se eu tivesse que fazê-los novamente só daqui uns 30 anos, né? hahaha Queria que minha médica fizesse tudo: papa, vulvo, colpo, ultrassom... tudo, tudo, tudo, pra num ter mais que ir em laboratório com um qquer esquisito...
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Bom, em resumo num é o fim fazer esses exames, mas tb num é uma coisa que eu diga: "uhuuulll, exames ginecológicos, q maravilha!"kkkkk Vou fazer pq precisa, né? Agora eu tô com umas coliquinhas, será q é por causa do exame? Quando eu for à gineco tiro todas essas dúvidas e conto pra vcs, tá?
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Obrigada por ouvirem meus choramingos de hoje e até mais!
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Bjs
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A história da Elis

Oi, genteeee!
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Cá estou eu com a maravilhosa incumbência de contar para vocês mais uma cura! Não é fantástico? Então, a Elis já tinha publicado essa história dela em um comentário aqui no blog, mas como achei que ficou muito escondidinho, combinamos de colocar como post! Afinal, uma vitória dessas não é qualquer coisa, né? Temos que comemorar!
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Segue, então, o depoimento da Elis:

"Há quase dois meses deixei de ser vagínica. Sempre que lembro desse período da minha vida, lembro do blog e acabo dando uma olhada. Dessa vez, lembrei dos sentimentos, sensações de cada momento desse período, de cada momento de desespero, quando se acha que nunca vai ter uma vida normal....e resolvi escrever pra contar minha história.

Durante quatro anos namorei à distância. Era o amor da minha vida, eu era complemente apaixonada, mas não conseguia ter penetração. Eu tinha 22 anos quando nos encontramos pela primeira vez, era virgem. Eu sentia muita dor ao tentar a penetração e minha pernas tremiam. Apos as tentativas, eu ficava muito triste, decepcionada comigo mesmo, mas eu o amava muito e o simples fato de tê-lo ao meu lado já era suficiente e estava feliz. Não importava se conseguia ou não ter uma relação completa.

Nos momentos de desespero, milhares de pensamentos tentavam explicar o que acontecia entre nós: achava que eu não o amava, que não havia química entre nós, e cheguei a achar que eu gostava de mulher. Conseguimos penetração duas vezes, mas pra mim foi apenas mecânico, não tive prazer. Depois disso, ele terminou comigo, até hoje não sei quanto que o vaginismo influenciou no fim do namoro.

Depois de todo sofrimento com o término do namoro, eu conheci uma outra pessoa. Na verdade, era pura carência, não chegamos nem a nos conhecer direito. Talvez queria apenas testar se com outro homem conseguiria. Pensei: agora vou conseguir!! Pura ilusão. Tentamos várias vezes e nada. Fiquei com muita vergonha, a final não tínhamos tanta intimidade e não nos vimos mais.

Tempos depois, conheci uma pessoa que tive uma verdadeira atração fatal. Tínhamos arrepios quando encostávamos no outro. Excitávamos só de olhar. Apesar de todo o envolvimento eu travei uma, duas, três vezes com ele. Não entendia o que acontecia comigo. Havia envolvimento, tesão... tudo! Eu não entendia do que se tratava.

Foi numa busca pela internet que descobri o meu problema: vaginismo. Entrei em contato com um psico. Ele respondeu no dia seguinte. Comecei o tratamento. Com o tratamento percebi o quanto a minha educação conservadora me prejudicou, que meus medos de dirigir e nadar estavam todos ligados...enfim. O tratamento foi muito difícil. Como viajo muito a trabalho, tive muitoooos retrocessos. Se um dia conseguia penetrar a próteses toda, com uma semana sem exercícios eu tinha que voltar tudo novamente. Achava que perdia muito tempo em certos exercícios, que tava só gastando dinheiro, por muita vezes eu pensei em desistir do tratamento e aceitar a vida sem sexo... foi um sofrimento.

Como não tinha namorado e nem tinha coragem de procurar com esse problema, não havia estímulo. Sempre pensava: com próteses eu consigo e com um verdadeiro? Será que conseguirei?? Um dia conheci uma pessoa, ainda durante o tratamento. Eu o enrolei durante 3 meses, não queria perdê-lo também. Até que um dia percebi que já estava o perdendo, e resolvi fazer mais uma tentativa. Estávamos muito envolvidos. Ao final de quatro meses de tratamento, mesmo com todas as interrupções, eu consegui!! Foi como se nunca tivesse tido nada. Penetração total!!

Não temos uma relação estável. Ainda não me sinto preparada pra namorar novamente, mas há quase dois meses estamos “juntos”. Aprendendo muito.... :)) As vezes com medo, mas muito feliz por ter superado tudo isso. Algum botãozinho aqui foi ligado e desde então não tive mais problemas. O psico falou que meu caso era bem leve e por isso foi fácil tratar. Sem contar com as vezes que entrei em contato com a Dani, o que me ajudou bastante também.

Espero sinceramente que todas vocês possam superar essa fase da vida, que tenham paciência e persistência que a cura virá. Meu psicólogo falou até que apenas 5% das mulheres que entram em tratamento não são curadas, isso porque desistem de continuar os exercícios.

Depende de vocês. Permitam-se."

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Lindo, né, pessoal? Nem preciso dizer que eu quase morri de felicidade! Volto a repetir que é sempre como se fosse eu, a cada uma de vcs que me conta uma cura... =D Ainda mais da Elis que foi tão minha amiga nesses tempos! (a dica da melancia ainda vem pra cá um dia, tá, linda? rs)
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Ah, queridas! E se preparem, viu? Pq nesse final/começo de ano, parece que o papai Noel presenteou muita gente com a cura! Tenho mais um monte de histórias pra contar! Fiquem ligados aqui nos posts e no nosso contador ali do lado, hein? .
Bjs e até o próximo depoimento (q já tá no forno! rs)
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Ano novo, vida nova!!

Olá, pessoal!
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Começou um ano novo e com ele temos uma nova oportunidade de vida, né? Serão 365 dias novinhos em folha em que a gente pode fazer tudo 100% diferente, ou 100% igual, depende de cada um de nós, não é mesmo?
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Ok, eu sei, que depende de mais um zilhão de outras variáveis, mas pq vamos sofrer pelo que não podemos mudar?? De repente, não gostamos muito de um comportamento do marido da gente, por exemplo, mas temos que pensar: é possível mudar o outro? Não, não é. Mas é possível mudar o NOSSO comportamento e essa mudança com certeza vai ter impacto em tudo o que está a nossa volta!
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Que tal a gente encarar esse novo ano como um ano nosso, um ano em que nós mesmos temos toda a responsabilidade pelo nosso destino e (o principal) toda a chance de mudá-lo? Eu topo! Tenho tantas coisas que eu queria que fossem diferentes e que, de verdade, avaliando honestamente, eu num tenho feito nadica de nada pra mudar. E se esse ano eu fizer? Quais são minhas chances de conseguir um resultado diferente? Oras, se hj num faço nada e se passar a fazer tenho todas as chances de obter um resultado diferente, né, pessoal?
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Bom, depois de todo esse blábláblá filosófico (rs), quero dizer que desejo isso a vocês pra esse ano: que vcs tenham coragem para fazer algo diferente em suas vidas, que vcs tenham persistência e esperança diante dos seus desafios e que lutem bravamente para vencê-los. Àquelas que já venceram o vaginismo, desejo exatamente a mesma coisa, pois os desafios não páram em nossas vidas, né? (graças a Deus) Às que ainda estão na luta, quero dizer que estarei aqui pro que for preciso, que sou um ombro pra chorar, um ouvido pra escutar e tb sou uma mão pra levantar vcs quando vcs quiserem desistir! Nada disso, ã?
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Que esse ano mude nossas vidas para sempre!
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Bjs
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Papanicolau - UPDATED

Oi, gente!
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Hoje vou à gineco pela primeira vez depois que eu me curei do vaginismo. Ela tinha me dito que era pra eu esperar uns 6 meses depois de conseguir uma penetração completa para aí sim procurá-la novamente pra que a gente pudesse fazer o preventivo.
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Como já faz 9 meses que eu sarei, marquei a médica pra poder fazer todos os exames necessários. Acontece que eu tô com um mediiiinhooo do preventivo... será que vai dar tudo certo? Depois conto pra vocês como foi!
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Bjs
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Update
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Genteeeeee. Eu não poderia deixar de vir aqui e contar pra vocês como foi! Mesmo depois de horas enfrentando um trânsito terrível causado por uma chuva de lascar, cá estou eu no computador, cheia de energia pra conversar com vcs!
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Bom, vou do começo. Cheguei lá no consultório da médica e fiquei pensando que espécie de pessoa que volta a um consultório no qual, da última vez, ficou esperando 5 horas pra ser atendida! Tava me sentindo uma imbecil, idiota, eu deveria ter marcado outro médico, né? E o q? A consulta dela aumentou o preço? Fiz o cheque. Depois fiquei pensando em pegar o cheque de volta e sair fora dali. Depois de um certo tempo de luta interior, percebi que aquilo era só mais um jeito que meu inconsciente tinha encontrado de fugir do medo que eu tava do exame! Bom, resisti e fiquei lá firme!
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Dormi de esperar, quando de repente:
Atendente: Daniela?
Eu: Zzzzzzzz
Atendente: Daniela...?
Eu: Oi? Hein? Oq?
Atendente: Pode subir!
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Subi e quando chego lá em cima, quem eu vejo? Uma assistente da médica. Uma daquelas que da última vez me perguntou 100 vezes pq eu não ia fazer o tal do papanicolau (:S). Vamos a conversa:
Assistente: Olá, Daniela, tudo bem?
Eu: Sim.
Assistente: Você já fez o papanicolau esse ano? (essa pergunta de novo?)
Eu: Sim (mentiiiiiraaaa)
Assistente: Alguma queixa?
Eu: Minha menstruação tá maluca (essa é verdade, mas nós sabemos que não foi o que me motivou a ir até lá, né? mas foi a melhor resposta q eu arrumei naquela hora)
Assistente: Deixa eu dar uma olhada na sua ficha pra ver se a Dra. vai querer te examinar.
Eu: ... (ai, não, ela vai ler a minha ficha, ela vai ler a minha ficha)
Assistente: Bom, nem vou pedir pra vc se trocar, deixa a Dra. decidir (ela leu que eu tinha VAGINISMO, certeza, se num leu na ficha, leu na minha testa! rs)
Eu: ...
Assistente: A Dra. já vem, tá? Só mais um minutinho.
Eu: ... (nem conseguia falar nada, ai q vergonhazinha...)
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Daí, veio a médica e falei pra ela que já tinha resolvido meu problema, que isso foi logo depois da nossa última consulta (em fevereiro) e que eu esperei uns meses conforme ela orientou e que agora eu tava lá pra ver se rolava de fazer o exame. Daí ela perguntou se eu tava tranquila e como eu disse que sim (e o medo? engoli e disfarcei, pra mim mesma), fomos pros trâmites.
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Daí ela perguntou sobre o meu trabalho, ficamos falando de política, corrupção e inspeção veicular (kkk), tudo pra me distrair. Daí sentei na maca com as pernas bem fechadinhas (rs), ela examinou meus seios e pediu pra eu colocar os pés naqueles negócios e colocar o quadril mais pra frente, mais pra frente, Dani, mais pra frente, Dani, isso. Aí ela falou que ia examinar só por fora, pra eu ficar tranquila, daí ela disse q ia introduzir o espéculo e que eu sentiria um incomodozinho, mandou eu fazer uma forcinha pra baixo, disse um "isso", aí me disse que quando colhesse eu tb sentiria. Senti o espéculo abrir um tantinho, aí deu uma gasturinha na portinha e eu fechei os olhos pra aguentar, daí quando fui pedir a Deus que tudo acabasse logo, tudo já tinha acabado! Ela já tinha colhido! E tudo que eu senti foi a gasturinha na portinha e o medo! Mas dor mesmo, num teve nenhuma, nenhuminha, nenhumazinha!
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Adivinhem qual foi a primeira coisa que eu falei pra Dra quando tudo acabou? Eu preciso escrever isso no blogggg! As meninas não vão acreditar como isso é fácil e indolor! hahaha
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Agora ela me deu um pedido pra fazer vulvoscopia com biópsia e uma ultra-som transvaginal. Se eu tô com medo? Claro, né? hahahaha Mas tô com fé que vai dar tudo certo e depois venho aqui contar pra vcs, tá? Tô tão feliz! Parece que esse ano de 2010 vai mesmo ser o fim de todos esses meus "probleminhas"! Que demais! :D
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Bjs, queridas e obrigada por me acompanhar!
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

História da Daniela

Oi, gente querida!
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Desculpem o desaparecimento, tá? É que ontem foi a prova de proficiência de inglês do mestrado e sabem como é, né? Eu fico meio louca e descompensada com isso...
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Bom, hoje eu vou publicar mais um depoimento de cura (ai que máximo!) e, pra aproveitar o ritmo, vou inaugurar um "contador de curas" (ideia do meu amorzinho) aqui do lado direito do blog, logo abaixo do "quem sou eu". Daí, toda vez que alguém me disser que está curada, eu vou somar mais uma cura no nosso contador, pra vocês terem ideia de quanta gente já passou por esse problema e superou, o que acham?
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Bom, vamos a história da minha amiga Dani, um caso de vaginismo secundário que, depois de muita luta, se resolveu! Vejam como foi:
"Tenho 28 anos, sou casada há 9 anos e por 8 anos sofri com o vaginismo. Por muitas vezes chorei, me senti humilhada, rebaixada, diminuída, praticamente vi a minha autoestima voar para bem longe de mim. Na verdade tentei muitos tratamentos psicológicos que pelo despreparo dos profissionais sempre foram falhos... eu me negava a acreditar que tinha problemas na "cabeça", pois amo meu marido, e nunca tive pudores ou qualquer tipo de culpa (o que os terapeutas tentam te empurrar), porém como durante muito tempo nossas relações eram sem penetração, o que me deixava infantilizada, não me sentia uma mulher e com isso o pânico de perder meu amado se enraizava nos meus pensamentos. Poxa vida, por muito tempo eu tentei e nada, tudo começava bem, com carinho, tesão e eu achava que dessa vez ia dar certo, porém bastava eu me dar conta de que estava no momento da penetração que meu corpo se fechava como se gritasse um sonoro NÃO ao meu marido. Muito triste, muito triste, muito constrangedor, eu queria morrer!
Mas não foi sempre assim, nós tínhamos uma vida sexual muito boa, porém após uma infecção urinária a qual me levou ao hospital, minha mente associou a dor da infecção ao ato sexual. Na época eu não entendia, mas hoje sei que existe um mecanismo de adaptação na relação pênis x vagina onde a fricção pode gerar um desconforto na cavidade vaginal propiciando a infecção urinária, conforme explicou minha nefrologista. No meu caso tudo se resolve tomando, ao final de cada relação com penetração, um comprimido que protege a bexiga das possíveis bactérias. Não é o máximo??? Mas até eu descobrir...
Eu já não sabia mais o que fazer, as sessões de hipnose com a psicóloga não davam resultado e o meu ginecologista dá época afirmava que eu não tinha vaginismo, porque o pré-cancer eu fazia (sim fazia, mas doía muito). Foi então que eu disse para a minha psicóloga que iria procurar um cirurgião plástico para ver se tinha como cortar algo fora (hoje me mato rindo desse dia, imagina só o que eu estava prestes a fazer). Cheguei em casa e fui buscar informações sobre vaginismo (o que eu já havia feito há muitos anos antes) e me deparei com os relatos do blog da Dani e sobre os dilatadores e fiquei muito motivada a tentar. No dia 12 de agosto desse ano, eu escrevi para a Dani que me orientou a comprar os dilatadores e assumir a frente dessa batalha. Meu marido deu o maior apoio. Encomendei os dilatadores por um site que compra direto dos EUA, paguei uns R$400,00, mas valem cada centavo.
Chegaram em menos de 15 dias e logo os inaugurei, comecei bem lentamente, o primeiro tamanho era como colocar o meu dedo mindinho, não tive resistência, claro que senti um leve ardor, mas quanto mais eu o introduzia e o movimentava, mais fácil era e assim foi com os demais tamanhos, eu ficava aproximadamente uma semana com cada tamanho e depois partia para o próximo. Faço os exercícios umas 3x por semana após o banho e com muito lubrificante. Parei no quinto tamanho, pois logo tentei a penetração com o meu marido e aos poucos foi dando certo. Ainda não estou 100%, mas uns 85% (risos).
Espero que meu relato sirva para que quem, momentaneamente, está com VAGINISMO siga em frente, lute e não tenha medo, a dor é suportável quando acreditamos que vai dar certo. Sei que meu caso é mais fácil por ser um vaginismo de segundo grau, mas eu teria a mesma garra se fosse um de primeiro grau. É muito bom fazer amor com o marido e não sentir dor....isso existe....acredite!!!
Sejam sinceras com seus amados para que eles lhe deem total apoio e suporte, se isso não ocorrer, ou se o retorno for apenas cobrança e indiretas maldosas, sugiro rever seu apego a este amado, pois seu maior apego deve ser a VOCÊ mesma. Se ame mais que tudo e acredite nos dilatadores, pois na falta de marido eles estarão lá.
Um super abraço e espero ter ajudado.
Dani"

Espero que sirva pra incentivar ainda mais vocês!

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Bjs a todas! Volto logo!

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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Comentários de posts antigos

Bom dia, pessoal! (tem meninos por aqui... rs)
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Este post é relâmpago mais uma vez, pois estou dando prioridade para as pessoas que me mandaram e-mails há muito tempo. Que trabalhão que dá responder todo mundo! Ufa!
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Bom, é só pra avisar aqueles que comentaram posts antigos que eu já respondi todos os comentários, ok? Podem conferir!
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Agora vou me dedicar a responder os demais e-mails (de 100 só tenho 30! =D) e na semana que vem já vai ter um post novo que estou preparando e mais uma novidade no blog que foi idéia do meu marido e leitor! (P.S.: Te amo, amorzinho!)
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Se eu ainda não respondi o seu e-mail, espera só mais um pouquinho que eu já vou conseguir, tá?
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Bjs
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